quarta-feira, 15 de junho de 2011
Ácido Úrico
O ácido úrico é um composto orgânico de carbono, nitrogênio, oxigênio e hidrogênio. Sua fórmula química é C5H4N4O3.
O ácido úrico é encontrado na urina em pequenas quantidades (o produto de excreção principal é a uréia). Em alguns animais, como aves e répteis é o principal produto de eliminação, e é expulso com as fezes. O alto teor de nitrogênio no ácido úrico é a razão pelo qual o guano é tão valioso como fertilizante na agricultura.
No sangue humano, a concentração de ácido úrico entre 3,5 e 7,2 mg/dL é considerada normal pela Associação Médica Americana, podendo ser encontrado em níveis mais baixos nos vegetarianos.
A gota é uma denominação associada a níveis anormais de ácido úrico no organismo. A saturação de ácido úrico no sangue humano pode dar lugar a um tipo de cálculo renal quando o ácido cristaliza nos rins. Uma considerável percentagem de enfermos com gota chegam a ter cálculos renais do tipo úrico.
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81cido_%C3%BArico
Postado por:Andressa Galvão
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Ácido Elágico
As framboesas vermelhas, contêm “ellagitannin” que após o consumo humano é transformado em ácido elágico. Peritos no ramo confirmam que a framboesa é a melhor fonte natural disponível de “ellagitannin”.
Cada um dos comprimidos de ácido elágico contém 1000 mgs de extracto de semente de framboesa vermelha.
Nove anos do estudo demonstraram que o Ácido Elágico inibe e detém a mitose das células cancerígenas e a apoptose (morte celular programada) em 72 horas, para células cancerígenas no peito, pâncreas, esófago, pele, cólon e próstata.
Cada um dos nossos comprimidos de ácido elágico contém 1000 mgs de extrato de semente de framboesa vermelha meeker, estandardizado a um mínimo de 2 % confirmados de ellagitannin.
A nossa fórmula de ácido elágico é exactamente o mesmo concentrado de semente de framboesa vermelho meeker testado no estudo clínico de Instituto de Hollings.
Fonte:
Postado Por:Andressa Galvão
domingo, 5 de junho de 2011
ácido retinóico
A origem do uso do ácido retinóico está na descoberta da vitamina A no início do século XX. Temos necessidade diária de um consumo de 5.000 unidades de vitamina A, facilmente encontrada em vegetais amarelos e verdes. A deficiência da vitamina A provoca visão embaçada e faz com que a pele fique seca, avermelhada e descamada.
Durante a década de 30 a vitamina A foi utilizada em altas doses para tratar doenças da pele, mas seus efeitos colaterais (como dor de cabeça, zunido no ouvido, lábios cortados e ressecados, dores articulares e queda de cabelo) além da toxidade no fígado se usada em altas doses limitaram o seu uso.
Devido a essa alta toxicidade é que a vitamina A natural em altas doses foi abandonada e se começou a buscar derivados sintéticos. A Isotretinoina oral foi o primeiro derivado sintético da vitamina A aprovado nos EUA para tratamento da acne cística. Na mesma época o etretinato foi liberado para tratamento da psoríase.
Diferentemente desses dois derivados citados o ácido retinóico (tretinoina) é um metabólico natural da vitamina A. É a vitamina A ácida, a principal forma da vitamina encontrada na pele. Seu efeito se dá sobre o DNA da célula da pele, aumentando a capacidade de renovação da pele.
O primeiro uso do ácido retinóico tópico foi para o tratamento da Acne, com o tempo os pacientes relataram uma diminuição nas rugas, especialmente as mais finas, com o uso prolongado do medicamento.
Com a experiência clínica foi-se percebendo que todos os efeitos do fotoenvelhecimento (envelhecimento da pele devido à exposição ao Sol) podem ser diminuídos com o uso prolongado do ácido retinóico em gel ou creme. Ou seja, pode-se diminuir manchas e rugas. Além disso a pele fica mais fina, com uma coloração mais rosada, parecendo mais jovem. As células com pigmento são melhor distribuídas e diminui o agrupamento de tecido elástico com regeneração do colágeno.
Como efeitos adversos, principalmente depois das primeiras aplicações, o produto pode trazer ressecamento, vermelhidão e descamação da pele.
O grande problema do ácido retinóico é a que ele aumenta a sensibilidade da pele ao Sol: os pacientes devem usar filtro solar com FPS alto, aplicar o produto à noite e interromper o tratamento pelo menos 48 horas antes de se expor ao sol.
Na verdade o ácido retinóico deixa a pele mais sensível a tudo, especialmente perfumes e cosméticos, então durante o tratamento deve-se limpar a pele com sabonete neutro.
Existem derivados do retinóico com ação semelhante e menos restrições, como o tazacopeno. ”Os resultados são iguais e não há fotossensibilidade, mas ele não é encontrado no Brasil, e por isso o preço é alto”.
Além do tratamento para acne e para combater os efeitos do envelhecimento, o ácido retinóico também é usada no tratamento deestrias , e os bons resultados aparecem especialmente nas estrias mais recentes, de coloração avermelhada.
É importante lembrar que o ácido retinóico é um medicamento que necessita de prescrição e um acompanhamento constante de um dermatologista. Já o Retinol (nome que se dá a forma álcool dessa vitamina) pode ser usado em cosméticos (sem prescrição) e com efeitos bem menores se comparados ao ácido retinóico.
Na gravidez e na amamentação, o ácido retinóico é proibido: passa pelo leite, causa malformação no feto e pode afetar o desenvolvimento do bebê. Os resultados não são imediatos, deve-se usar o produto constantemente por pelo menos 6 meses para ver bons resultados.
Uso doméstico – O ácido retinóico não pode entrar na formulação de cosméticos, mas pode ser prescrito pele dermatologista para uso em casa, em concentrações baixas como 0,025% e 0,05%. Por ser extremamente fotossensível, só pode ser usado á noite.
Uso em consultório – O retinóico já foi mais requisitado para peelings, em concentrações de 1% a 5% em sessões semanais. Hoje, com a concorrências de substancias mais modernas e rápidas, ele esta sendo mais utilizado para complementar a ação de outros ácidos ou peelings.
Os medicamentos com ácido retinóico podem ser prescritos na forma manipulada, com a concentração ideal para cada tipo de pele e fase do tratamento. Existem duas formulações comerciais com o composto: oVitanol A e o Retin-A
Além do uso estético, por atuar no DNA celular o ácido retinóico também tem sido usado de maneira promissora no tratamento de formas de câncer especialmente na pele e na bexiga (mas há estudos sendo feitos com sua aplicação também em outros tipos de tumores). Para mais detalhes sobre os usos da vitamina A e seus derivados em dermatologia e oncologia entre aqui.
Fonte:
http://bulledebeaute.wordpress.com/2008/07/27/acido-retinoico-a-vitamina-que-faz-maravilhas-para-a-pele/
Postado por: Hellen Maciel
Durante a década de 30 a vitamina A foi utilizada em altas doses para tratar doenças da pele, mas seus efeitos colaterais (como dor de cabeça, zunido no ouvido, lábios cortados e ressecados, dores articulares e queda de cabelo) além da toxidade no fígado se usada em altas doses limitaram o seu uso.
Diferentemente desses dois derivados citados o ácido retinóico (tretinoina) é um metabólico natural da vitamina A. É a vitamina A ácida, a principal forma da vitamina encontrada na pele. Seu efeito se dá sobre o DNA da célula da pele, aumentando a capacidade de renovação da pele.
O primeiro uso do ácido retinóico tópico foi para o tratamento da Acne, com o tempo os pacientes relataram uma diminuição nas rugas, especialmente as mais finas, com o uso prolongado do medicamento.
Com a experiência clínica foi-se percebendo que todos os efeitos do fotoenvelhecimento (envelhecimento da pele devido à exposição ao Sol) podem ser diminuídos com o uso prolongado do ácido retinóico em gel ou creme. Ou seja, pode-se diminuir manchas e rugas. Além disso a pele fica mais fina, com uma coloração mais rosada, parecendo mais jovem. As células com pigmento são melhor distribuídas e diminui o agrupamento de tecido elástico com regeneração do colágeno.
Como efeitos adversos, principalmente depois das primeiras aplicações, o produto pode trazer ressecamento, vermelhidão e descamação da pele.
O grande problema do ácido retinóico é a que ele aumenta a sensibilidade da pele ao Sol: os pacientes devem usar filtro solar com FPS alto, aplicar o produto à noite e interromper o tratamento pelo menos 48 horas antes de se expor ao sol.
Na verdade o ácido retinóico deixa a pele mais sensível a tudo, especialmente perfumes e cosméticos, então durante o tratamento deve-se limpar a pele com sabonete neutro.
Existem derivados do retinóico com ação semelhante e menos restrições, como o tazacopeno. ”Os resultados são iguais e não há fotossensibilidade, mas ele não é encontrado no Brasil, e por isso o preço é alto”.
Além do tratamento para acne e para combater os efeitos do envelhecimento, o ácido retinóico também é usada no tratamento deestrias , e os bons resultados aparecem especialmente nas estrias mais recentes, de coloração avermelhada.
É importante lembrar que o ácido retinóico é um medicamento que necessita de prescrição e um acompanhamento constante de um dermatologista. Já o Retinol (nome que se dá a forma álcool dessa vitamina) pode ser usado em cosméticos (sem prescrição) e com efeitos bem menores se comparados ao ácido retinóico.
Na gravidez e na amamentação, o ácido retinóico é proibido: passa pelo leite, causa malformação no feto e pode afetar o desenvolvimento do bebê. Os resultados não são imediatos, deve-se usar o produto constantemente por pelo menos 6 meses para ver bons resultados.
Uso doméstico – O ácido retinóico não pode entrar na formulação de cosméticos, mas pode ser prescrito pele dermatologista para uso em casa, em concentrações baixas como 0,025% e 0,05%. Por ser extremamente fotossensível, só pode ser usado á noite.
Uso em consultório – O retinóico já foi mais requisitado para peelings, em concentrações de 1% a 5% em sessões semanais. Hoje, com a concorrências de substancias mais modernas e rápidas, ele esta sendo mais utilizado para complementar a ação de outros ácidos ou peelings.
Os medicamentos com ácido retinóico podem ser prescritos na forma manipulada, com a concentração ideal para cada tipo de pele e fase do tratamento. Existem duas formulações comerciais com o composto: oVitanol A e o Retin-A
Além do uso estético, por atuar no DNA celular o ácido retinóico também tem sido usado de maneira promissora no tratamento de formas de câncer especialmente na pele e na bexiga (mas há estudos sendo feitos com sua aplicação também em outros tipos de tumores). Para mais detalhes sobre os usos da vitamina A e seus derivados em dermatologia e oncologia entre aqui.
Fonte:
http://bulledebeaute.wordpress.com/2008/07/27/acido-retinoico-a-vitamina-que-faz-maravilhas-para-a-pele/
Postado por: Hellen Maciel
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Chuva Ácida
Quem nunca brincou na chuva? Dançou, pulou, pedalou, namorou ou simplesmente se molhou propositalmente? Quantas recordações a chuva nos traz? Algumas boas, outras nem tanto.
A chuva, segundo os metereologistas, nada mais é do que um acumulo de água nas nuvens que cai na terra em forma de gotas.
A atmosfera não contém somente nuvens. Ela é composta por uma mistura de gases que contém principalmente, nitrogênio e oxigênio.
Outro gás comum na atmosfera é o dióxido de carbono, também conhecido como gás carbônico. Esse gás, produzido por plantas, animais e diversos fenômenos naturais, se dissolve em água, formando o ácido carbônico.
O ácido carbônico presente na água da chuva forma íons de hidrônio, tornando-a naturalmente ácida. Em condições normais o gás carbônico presente na atmosfera confere à chuva valores de pH entre 7,0 e 5,0. Porém, a presença de outros gases pode tornar o pH menos que 5,0. Nesses casos dizemos que a chuva é ácida
No nosso planeta, a chuva é fundamental para a vida. Entretanto, quando apresenta valores de pH inferiores aos normais, a chuva pode prejudicar a fauna, a flora e os diferentes ecossistemas. Diversos gases, em diferentes regiões, gerados por indústrias, veículos e queimadas, têm tornado a chuva mais ácida que o normal. Essa acidez pode chegar a valores de pH próximos de 2,0.
A chuva ácida é responsável por diversos problemas ambientais. Com a acidez elevada, a fotossíntese torna-se mais lenta, podendo causar a morte de plantas.
Os peixes também são muito afetados, já que o pH normal para a vida aquática é de 6,5 à 9,5. Várias espécies de peixes morrem quando a água apresenta valores de pH inferiores à 6,0. A maior parte da vida aquática desaparece quando o pH fica abaixo de 5,0. Lagos com valores de pH abaixo de 4,0 tornam-se praticamente mortos.
As consequências danosas desses gases não são percebidas somente na natureza. Na cidade, seus efeitos podem ser percebidos pela deterioração de monumentos históricos feitos de mármore ou pedra-sabão, corrosão de estruturas metálicas, aparecimento de trincas na superfície dos prédios, quebra de artefatos de náilon, etc.
Postado por: Luana Tavares
A chuva, segundo os metereologistas, nada mais é do que um acumulo de água nas nuvens que cai na terra em forma de gotas.
A atmosfera não contém somente nuvens. Ela é composta por uma mistura de gases que contém principalmente, nitrogênio e oxigênio.
Outro gás comum na atmosfera é o dióxido de carbono, também conhecido como gás carbônico. Esse gás, produzido por plantas, animais e diversos fenômenos naturais, se dissolve em água, formando o ácido carbônico.
O ácido carbônico presente na água da chuva forma íons de hidrônio, tornando-a naturalmente ácida. Em condições normais o gás carbônico presente na atmosfera confere à chuva valores de pH entre 7,0 e 5,0. Porém, a presença de outros gases pode tornar o pH menos que 5,0. Nesses casos dizemos que a chuva é ácida
No nosso planeta, a chuva é fundamental para a vida. Entretanto, quando apresenta valores de pH inferiores aos normais, a chuva pode prejudicar a fauna, a flora e os diferentes ecossistemas. Diversos gases, em diferentes regiões, gerados por indústrias, veículos e queimadas, têm tornado a chuva mais ácida que o normal. Essa acidez pode chegar a valores de pH próximos de 2,0.
A chuva ácida é responsável por diversos problemas ambientais. Com a acidez elevada, a fotossíntese torna-se mais lenta, podendo causar a morte de plantas.
Os peixes também são muito afetados, já que o pH normal para a vida aquática é de 6,5 à 9,5. Várias espécies de peixes morrem quando a água apresenta valores de pH inferiores à 6,0. A maior parte da vida aquática desaparece quando o pH fica abaixo de 5,0. Lagos com valores de pH abaixo de 4,0 tornam-se praticamente mortos.
As consequências danosas desses gases não são percebidas somente na natureza. Na cidade, seus efeitos podem ser percebidos pela deterioração de monumentos históricos feitos de mármore ou pedra-sabão, corrosão de estruturas metálicas, aparecimento de trincas na superfície dos prédios, quebra de artefatos de náilon, etc.
Postado por: Luana Tavares
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Ácido Graxo
Os ácidos graxos são formados por cadeias de átomos de carbono que se ligam a átomos de hidrogênio com um radical ácido em uma de suas extremidades.
Os ácidos graxos podem se apresentar na forma saturada (onde os carbonos apresentam ligações simples) ou não-saturada (com uma ou mais ligações duplas). No caso de apenas uma dupla ligação na cadeia, o ácido graxo é denominado monoinsaturado, no caso de duas ou mais ligações, chama-se poliinsaturado.
Geralmente as gorduras apresentam ácidos graxos saturados em sua composição, já, os óleos, apresentam ácidos graxos não-saturados. Essas diferenças são percebidas nos estados físicos desses compostos em temperatura ambiente. Vale ressaltar que quanto mais elevada for à concentração de ácidos graxos saturados no lipídio, mais sólido ele se apresentará.
É através da alimentação que consumimos os ácidos graxos que serão utilizados como fonte de energia para o funcionamento de nosso corpo. Aproximadamente 40% do total de nossa necessidade diária de ácidos graxos são obtidos através da dieta.
CURIOSIDADE:
Em algumas espécies de seres vivos, como, por exemplo, animais que hibernam e pássaros migrantes, os ácidos graxos são sua única fonte importante de energia.
Os ácidos graxos podem se apresentar na forma saturada (onde os carbonos apresentam ligações simples) ou não-saturada (com uma ou mais ligações duplas). No caso de apenas uma dupla ligação na cadeia, o ácido graxo é denominado monoinsaturado, no caso de duas ou mais ligações, chama-se poliinsaturado.
Geralmente as gorduras apresentam ácidos graxos saturados em sua composição, já, os óleos, apresentam ácidos graxos não-saturados. Essas diferenças são percebidas nos estados físicos desses compostos em temperatura ambiente. Vale ressaltar que quanto mais elevada for à concentração de ácidos graxos saturados no lipídio, mais sólido ele se apresentará.
É através da alimentação que consumimos os ácidos graxos que serão utilizados como fonte de energia para o funcionamento de nosso corpo. Aproximadamente 40% do total de nossa necessidade diária de ácidos graxos são obtidos através da dieta.
CURIOSIDADE:
Em algumas espécies de seres vivos, como, por exemplo, animais que hibernam e pássaros migrantes, os ácidos graxos são sua única fonte importante de energia.
POSTADO POR: PAULA OHSE...
O que é o ácido?
Ácido = É toda substancia que em presença de água libera H+ como único íon positivo.
ÁCIDO SALICÍLICO
ÁCIDO SALICÍLICO
O ácido salicílico é um Beta-Hidroxiácido (ß-Hidroxiácido) É um ácido utilizado no tratamento de pele hiperqueratótica, isto é, super espessada, em condições de descamação como: caspa, dermatite seborréica, ictiose, psoríase e acne, problemas que atingem facilmente a ala masculina. É caracterizado ainda por ser um regularizador da oleosidade e também um antiinflamatório potencial. A grande vantagem deste ácido é que apresenta um bom poder esfoliativo e também uma ação hidratante, cuja característica principal é a capacidade de penetração nos poros ajudando na remoção da camada queratinizada com uma acção irritante muito menor que os outros ingredientes.
O ácido salicílico foi originalmente descoberto devido às suas ações antipiréticas e analgésicas. Desde 400 a.C, que se sabe que a casca do salgueiro possuía estas propriedades. Em 1827, o seu princípio ativo, a salicilina, foi isolado. Dele se extrai o álcool salicílico, que pode ser oxidado para o ácido salicílico.
Porém, descobriu-se depois que este ácido pode ter uma acção corrosiva nas paredes do estômago. Para contornar isto foi adicionado um radical acetil à hidroxila ligada diretamente ao anel aromático, dando origem a um éster de acetato, chamado de ácido acetil-salicílico (AAS), menos corrosivo, mas também menos potente.
APLICAÇÕES:
· Fabricação de aspirina na indústria farmacêutica.
· Produção de salicilatos na indústria química (ver abaixo).
· Iniciador e agente solubilizante na manufatura de colorantes e pastas de impressão na indústria têxtil.
· Preservante na indústria alimentar (depende da legislação).
· Ingrediente em numerosas preparações medicinais e cosméticas.
Especialmente por ser b-hidroxi-ácido com propriedades queratolíticas (dissolve a queratina) e antimicrobianas. Como queratolítico ele diminui a espessura da pele e atua contra a contaminação de bactérias e fungos oportunistas.
É utilizado com este fim, para o tratamento de pele hiperqueratótica, que significa com exagerada produção e acúmulo de queratina, em diversas condições de descamação como: caspa, dermatite seborréica, ictiose, psoríase e acne.
Caracteriza-se ainda por ser um regularizador da oleosidade e também um agente potencialmente antiinflamatório.
POSTADO POR: PAULA OHSE...
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Ácido na Cerveja
A vitamina B9 (ácido fólico) está presente na cerveja e combate anemia e problemas cardiovasculares. É o que afirma uma pesquisa da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da UNICAMP.
As análises foram feitas em três tipos de cerveja, Malzbier, Pilsen e sem Álcool, mostrando que a bebida possui 20 microgramas de ácido fólico por 100ml. Em uma lata existe até 20% da quantidade necessária para uma pessoa adulta, por dia. No entanto somente a cerveja não supre a necessidade desta vitamina. Além do que em excesso o álcool trás problemas ao organismo.
Postado por: Gabriela Zanatta
As análises foram feitas em três tipos de cerveja, Malzbier, Pilsen e sem Álcool, mostrando que a bebida possui 20 microgramas de ácido fólico por 100ml. Em uma lata existe até 20% da quantidade necessária para uma pessoa adulta, por dia. No entanto somente a cerveja não supre a necessidade desta vitamina. Além do que em excesso o álcool trás problemas ao organismo.
Postado por: Gabriela Zanatta
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